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  • Barbara Leite Liberato

Entrevista: Morte, Luto e Crianças


Em tempos de Pandemia, várias famílias estão a vivenciar o luto, a perda e a dor ao redor do mundo. Pensando nisso, convidamos a Psicóloga e Facilitadora de Parentalidade Positiva, Mindfulness e Criativa, Patrícia Ruivo, para conversar sobre esse contexto dentro do universo infanto-juvenil. Direto de Portugal, ela prontamente no enviou as respostas recheadas de carinho, leveza e muita empatia. Afinal de contas, "O luto é o preço que pagamos por termos amado alguém, a pessoa querida é um patrimônio nosso. A perdemos fisicamente, mas a memória dela permanece conosco", Patrícia Ruivo. Eu diria que vale a pena amar. A morte, a única certeza que temos na nossa vida, deveria ser mais leve e natural de ser vivenciada. E esse é o trabalho que Patrícia faz com tanta maestria. Espero que as palavras dela, com sotaque de Portugal, possam tocar a alma e colorir o preto e o branco que habita o luto e seus desdobramentos. Boa leitura!



Dra. Patrícia Ruivo

Ajuda pessoas, de todas as idades, a conjugar 100 lutas o verbo morreste-me.

. . .

Psicóloga Clínica e de Saúde formada pela Universidade de Coimbra. Membro efectivo da Ordem dos Psicólogos Portugueses no. 22127. Hipnoterapeuta Ericksoniana pela Hypnos/Sociedade Portuguesa de Hipnose e Motivação e pelo Centro Sofia Bauer. Conselheira do Luto pelo Espaço Luto. Facilitadora de Parentalidade Positiva, Mindfulness e Criativa.

Trabalha no âmbito dos processos de Perda e Luto há quase uma década, começou por atuar em Cuidados Paliativos e em serviço ambulatório de Hospital Público; nos últimos anos, em contexto de clínica privada, à distância ou presencial, acolhe crianças, adultos e famílias enlutadas. Nesta pandemia tem acompanhado e monitorizado as famílias enlutadas com especial atenção.

Instagram: @luto.100lutas

E-mail: patriciaruivo@live.com


Cheiro de Mãe: Como podemos definir o Luto? Quais são as principais características ou fases deste processo?

Patrícia Ruivo: O luto é uma reação natural e esperada a uma perda real ou simbólica significativa. Não falamos só de luto na presença da morte: um divórcio, uma doença ou a perda do bichinho de pelúcia favorito pode desencadear um processo de luto. Não existem lutos maiores ou menores. Todos, todos, todos, precisam de atenção e elaboração porque cada luto não sarado acumulará com o luto seguinte.

Perante a morte há um rompimento do vínculo como até então o conhecíamos e os vínculos são muito importantes: são uma garantia da nossa sobrevivência porque mamíferos vivem grudadinhos, conhecem-se e reconhecem-se como parte da matilha. Assim, quando o outro nos falta, ameaça o meu bem-estar, a minha completude. O luto surge como um processo que tenta devolver ao indivíduo esse equilíbrio que passa a faltar. É um remédio amargo, mas é esse amargo que muitas vezes evitamos e assusta, que devolve a saúde.

Antes a psicologia acreditava que o processo de luto era uma espécie de escada que começava no choque da notícia e terminava na aceitação, mas hoje os modelos mais recentes, vão ao encontro do que assistimos diariamente em consultório e que todos já podemos experimentar: o luto como um processo dinâmico e oscilatório. Uma vivência pessoal, sem prazo de começo e término, que avança e recua, que varia de intensidade ao longo do tempo, que se derrama sobre todas as dimensões da vida.

No início, após a morte, vou buscar o outro no exterior, vou vê-lo em todo o lugar e em toda à parte, mas à medida que aceito a perda e me permito vivenciar as emoções a ela associadas, passo a integrar a pessoa em mim. Internalizo-a, tornando-a parte do meu patrimônio imaterial. Isso é um luto sadio, um luto bem-sucedido. As saudades vêm mais doces e a ausência intensa se descobre presença macia. Existe gratidão e celebração.

Mas não nos deixemos iludir: há uma travessia necessária por uma fase de desequilíbrio, desorientação, saudade em ferida e dor. No meu trabalho, convido sempre a trilhar esse caminho sem lutas, com naturalidade, leveza e compaixão. Sobretudo, com amor, respeito e na medida em que se for conseguindo homenageando o outro que nos é tanto e que tanto amamos.

Resumindo, a importância do luto reside na possibilidade da pessoa viver essa transição psicossocial, de maneira a poder incluí-la na sua vida sem a tentativa de anular a relação, mas, sim, encontrando uma condição segura para mantê-la na vida que viverá após a morte da pessoa amada.


Cheiro de Mãe: Pessoas, no geral, têm medo de falar sobre morte e luto. Tendem a sufocar sentimentos, optando por não sentir tristeza, raiva, dor. Até o choro parece ser controlado, como se fosse algo feio, proibido ou que incomode. Na sua opinião, qual o motivo das pessoas optarem por não sentirem ou ter medo de passar pela morte e pelo luto?

Patrícia Ruivo: Morrer está fora de moda, simples assim. Tornamo-nos a dada altura crentes que éramos uma geração imortal e perpetuamos essa crença pelas seguintes. Estar triste ofende os padrões estéticos em vigor e a morte lembra-nos que somos frágeis, que não estamos no controle, que “a ciência falha”. Recusamo-nos a aceitar a nossa vida como uma experiência passageira, e por isso é urgente negar a morte. Os médicos são os que mais medos têm da morte: formados para preservar a vida, diante da morte, suam, tremem, desmontam-se. Sobrevive-se a qualquer custo: entubam-se pessoas até as transformarem em instrumentos de sopro, medicam num claro braço de ferro com a morte e velam a par com as famílias a vida nos corpos torturados.

Os avanços da ciência quanto ao tratamento e à cura de muitas doenças confundiram-se com uma relação de poder ilusória estabelecida sobre a condição humana. Por isso, assistimos cada vez mais, a uma atitude de desqualificar a importância da vivência da morte e do seu impacto nos enlutados. Concretamente, isso manifesta-se em atitudes apressadas na execução dos ritos fúnebres, na ocultação da morte às crianças, na censura de expressão emocional, na tentativa de continuar como se nada tivesse acontecido e ainda sobre tantas outras formas de tabu.

Ninguém quer a morte na sua casa, queremos resistir-lhe e que lhe resistam, todos lá em casa estão avisados que não lhe devem abrir a porta. Poucos entendem que a vida é uma contagem decrescente: a morte está conosco desde o primeiro dia, senta-se à nossa mesa, dorme na nossa cama. Andamos a morrer desde que nascemos.

O preço é alto: antigamente, quando as famílias não tinham medo de falar sobre os seus mortos, nas memórias dos mais novos habitavam as melhores estórias dos bisavós e dos tetravós com quem nunca se chegaram a cruzar, tornavam os seus imortais. “Ao vencer” a morte, agora, a árvore tem raízes menos profundas, é mais vulnerável aos vendavais.

Todavia, nem tudo está perdido: nas ciências sociais há um movimento crescente que traz a morte à discussão e na medicina os Cuidados Paliativos são um regressar a um tempo onde a morte tem visibilidade. Onde o enfermo morre acompanhado, cuidado, de modo digno e as famílias, por sua vez, também são incluídas nesse cuidado.



Cheiro de Mãe: Como comunicar a uma criança sobre a morte? É essencial e importante contar para a criança sobre a morte de uma pessoa próxima a ela que tenha morrido? Como fazê-lo?

Patrícia Ruivo: A criança tem o direito de saber sempre quem lhe morreu. Mais: tem o direito de saber quem lhe morreu e como lhe morreu. Aos adultos cabe o dever de lhe contar. Esconder a morte de alguém importante a uma criança é cruel porque a criança irá ler o afastamento como abandono ou rejeição. E quem morre não abandona, nem rejeita, ao omitir estamos a ser, profundamente, injustos com a relação que construíram.

Antes de “como contar” importa cumprir aquilo que designo de “triângulo de segurança”: encontrar a pessoa, o lugar e o momento seguros. (Falo sobre isso em detalhe no meu instagram: https://www.instagram.com/p/CAfCI2RJ_5s/).

O conteúdo do discurso deverá ir ao encontro da idade e da familiaridade da criança com a morte (educação ou experiência), mas deverá pautar-se pela simplicidade. Será importante passar a mensagem à criança que o corpo não respira e não sente mais dor - está desligado para sempre – e por isso, não voltará. Importa também muitas vezes trazer segurança à criança da manutenção das suas rotinas, uma vez que o adulto é interpretado como a ponte entre a criança e o mundo. Se o avô que levava ao futebol não está, não há caminho para o futebol. O adulto deve acolher as emoções que emergirem e normalizá-las, bem como disponibilizar-se para responder a todas as questões da criança. (E elas virão).

Em situações em que os adultos se sintam muito perdidos e inseguros nessa comunicação ou em situações de morte mais difíceis de comunicar aconselho os adultos a marcarem uma consulta para preparem essa comunicação.

Esta comunicação vai precisar ser repetida muitas vezes, ao longo de dias, semanas, meses, sobretudo em crianças mais novas porque o conceito de finitude e irreversibilidade não lhes é ainda acessível. Às vezes, o acompanhamento do luto da criança é sal na ferida do adulto, é necessária muita paciência e compaixão. Um luto de uma pessoa muito significativa vivido na infância é um luto que irá aparecer com contornos diferenciados ao longo do desenvolvimento. A criança poderá necessitar de acompanhamento psicológico em diferentes fases – se possível mantenham o mesmo profissional. Isto é, o luto por um pai aos cinco anos pode ser elaborado de forma sadia (saudável) nessa etapa de desenvolvimento, mas regressar como uma questão a precisar de atenção aos dez e de novo na adolescência.


Cheiro de Mãe: E quando não é uma pessoa, mas um animal de estimação?

Patrícia Ruivo: Tudo igual. Se possível, se o animal não estiver desfigurado, deixe a criança despedir-se e prestar a sua homenagem. Pergunte se ela quer abraçar seu cachorro ou gatinho uma última vez, diga que o corpo pode estar rijo e frio, que ele não vai mexer. Não tem problema pedir para ela desinfetar as mãos depois ou ter outros cuidados que ache necessários. Se tiver condições enterre numa cerimônia bonita no seu jardim ou escolha cremação individual. Criança vive no concreto. A caixinha de cinzas que ela poderá decorar ou o lugar no jardim onde pode colocar desenhos e levar flores são importantes na elaboração do luto. E recorde. Recorde as trapalhices e as singularidades do animal que tiveram. Chorem e riam. Juntos. E nunca, NUNCA, diminuam o sofrimento. O animal será o irmão de umas, o companheiro de aventuras de outras, o símbolo do amor ou de tranquilidade para outras, o que o animal simbolizar, a criança também perderá.


Cheiro de Mãe: Sobre a cerimônia (Funeral e o Enterro/ Cremação): As despedidas traumatizam as crianças?

Patrícia Ruivo: As crianças irão lembrar de terem sido escutadas ou de não terem sido escutadas. Chegam-me ao consultório muitos adultos congelados nesses dias em que lhes morreu alguém quando eram crianças, zangados com os adultos que ignoraram a sua dor numa ânsia de os poupar dela.

As despedidas não traumatizam a criança, desde que lhe seja explicado como se processa a cerimônia (o que é uma urna, qual a função da cerimónia, etc), o que ela pode encontrar (pessoas todas de negro, a chorar muito, algumas podem até gritar,…) e lhe seja dado poder para decidir ou não participar. A participação da criança deve ser sempre segura, isto é, um adulto deverá ficar responsável pela criança na cerimónia, estando combinado com a criança que se esta não se sentir confortável, em qualquer altura, poderá sinalizá-lo e ir embora. Esse adulto deve encontrar-se numa vivência de luto mais pacificada, conseguindo afastar-se do seu próprio processo de luto para acolher o da criança, ou ter uma relação com a pessoa falecida mais distanciada. Alguém que esteja disposto a perder a cerimônia em favor do bem-estar da criança e com quem a criança tenha uma relação de proximidade e confiança (por exemplo, tios, padrinhos, amigos próximos da família, vizinhos).


Cheiro de Mãe: As crianças devem participar, serem incluídas na cerimônia? A partir de qual idade?

Patrícia Ruivo: Não existe idade mínima para participação, uma mãe poderá precisar de levar o seu bebê a uma cerimônia para poder cumprir a sua homenagem e isso não deverá ser visto como inconsequente. Precisará, contudo, à semelhança do que faz nos outros locais respeitar os sinais que a criança lhe for transmitindo. Na presença de agitação será recomendável que a retire. Crianças expressam-se, precisamos apenas de criar um contexto de escuta na nossa relação com elas.

Em crianças onde a conversação já é possível, cabe à criança a decisão e não ao adulto. Respeitadas estas premissas e integrando a criança na cerimónia, (p.e., levando um desenho para ser enterrado ou cremado junto), a cerimônia poderá ter um contributo importante para a vivência do luto. Não é, contudo, crucial. Se a criança escolheu não participar, a família, deverá partilhar como foi a cerimônia no regresso da mesma. O caminho é só um: incluir a criança na vivência familiar da morte.


Cheiro de Mãe: Crianças tendem à imaginação, criatividade e fantasias? Como devemos dialogar com elas nesse sentido, todas as perguntas devem ser respondidas? De que forma?

Patrícia Ruivo: Muitas vezes, respondemos de forma evasiva, deixando espaço para a criança preencher com a sua imaginação. A imaginação da criança é um dom e uma maldição: os medos e as ansiedades crescem quando não damos respostas seguras e concretas. Criança não se assusta com a realidade, mas sim com o desconhecido. A criança não se assusta com um vírus à solta se respondermos a todas as perguntas sobre o vírus, por exemplo. Mesmo que algumas perguntas precisem de uma pesquisa conjunta no google ou um “não sei”.

Criança assusta-se com os silêncios dos adultos quando entra na sala, com a omissão dos detalhes, com o “deixa para lá” e o voto de silêncio percebido sobre o tema. A criança tem perguntas e se as respostas não lhe são entregues às claras, ela busca-as na sombra. Na sombra os medos crescem muito porque é lá que vivem os monstros, todos os monstros.


Cheiro de Mãe: Pais e crianças que já passaram por este momento, mas não sabiam como proceder, como contar ou conversar com a criança ou adolescente sobre isso novamente, mesmo que o tempo já tenha passado?

Patrícia Ruivo: Se puderem, se tiverem a possibilidade, marquem uma consulta primeiro, psicoterapia pontual e cirúrgica. Afinal, mais dia menos dia, no calendário da criança ou do adolescente, se o assunto não é pauta da família, é percebido igual. Mas se o adulto fizer esse trabalho primeiro, de entender por que escolheu não contar lá atrás, analisar como está a sua vivência do luto, perceber como se relaciona com a morte, quais os mitos de que é refém, a forma como irá impactar a educação para a morte e a vivência de luto da criança ou do adolescente será mais positiva e agregadora.

Caso não seja viável, eu sugiro na mesma o movimento começar pelo adulto: um caderno, uma caneta e um escrever investigador, questionador, curioso.

Conversar sobre luto pode parecer estranho e fora de pé, mas basta permitirmo-nos ser vulneráveis. Partilhar essa jornada de autoanálise pode ser um passo, as emoções, as memórias, a saudade. Qualquer porta entreaberta numa casa onde viviam fechadas a cadeado, já será um passo de coragem.

Conversar sobre luto pode parecer estranho e fora de pé, mas basta permitirmo-nos ser vulneráveis. Partilhar essa jornada de autoanálise pode ser um passo, as emoções, as memórias, a saudade. Qualquer porta entreaberta numa casa onde viviam fechadas a cadeado, já será um passo de coragem.


Cheiro de Mãe: Qual a essa relação entre o luto, morte e a Parentalidade e Educação positiva?

Patrícia Ruivo:Na vivência de uma parentalidade positiva importará os pais serem pro ativos na educação para a morte, procurando integrar a morte na cultura e desenvolvimento da criança através de atividades lúdicas como livros e filmes, mas também na própria vivência do quotidiano através da observação de ritmos e fenómenos da natureza, morte de animais de estimação, morte de pessoas públicas, próximas ou desconhecidas no seu entorno.

Será uma mais valia, ao tomarem consciência de uma relação desconfortável perante a morte, os pais, trabalharem a sua relação com esta, independentemente, de o perceberem antes, durante ou depois de uma notícia lhes cair no colo.

Caberá ainda aos pais modelar o processo de luto, uma vez que a criança não o saberá fazer por si mesma. Essa liderança empática obrigará a que os pais tenham presentes as suas limitações e desconfortos, de forma a garantir que não há abuso de poder e violação de direitos da criança que está numa posição de maior vulnerabilidade.

O Luto é um processo pessoal, privado e intransmissível. Enquanto adulto deverei entendê-lo e não projetar a minha vivência sobre a criança. Devo entender e respeitar que a relação que a criança enlutada tinha com a pessoa ou o animal falecido é única e nesse sentido, respeitar a singularidade, intensidade, expressão e ritmo com que esta viverá o luto. Precisarei também ensiná-la a alimentar esse vínculo, permitindo uma reconexão noutro formato. Mas antes, preciso, enquanto adulto, entender que há lutos múltiplos na família, que a natureza da relação e do papel desempenhado nesta, resultará em diferentes interpretações do luto.

Alguns lutos são pacíficos, mas outros não o são. Se a relação com a pessoa falecida for ambivalente, conflituosa ou inexistente, mas ainda assim ela desempenhar um papel crucial na identidade da criança, esta poderá ter um comportamento não esperado de muita tristeza. Cabe ao adulto acolher e respeitar toda a expressão emocional da criança, bem como permitir-lhe tomar as decisões que lhe cabem em direito. São exemplo, participação em rituais fúnebres, continuação de ritos de homenagem pós-funeral, despedir-se ou não em caso de doença, entre outras. (Nota: Em caso de prejuízo significativo no bem-estar da criança ou dos adultos que a rodeiam, será recomendável a procura de psicoterapia ou aconselhamento parental no luto).

A criança necessitará também de ter espaço para expressar as suas emoções de forma espontânea, sem lhes ser atribuído um carácter negativo ou o adulto exercer sobre elas uma posição de proibição. Importará ter espaço para partilhar com familiares e/ou amigos os seus pensamentos ou perspectivas sobre a doença e/ou falecimento do seu ente querido sem censura.

Por último, gostaria de lembrar aos pais que no luto lhes são exigidas muitas respostas, respostas sobre um tema escondido, um tema silenciado, está tudo bem não as ter, está tudo bem em precisarem alfabetizar-se nele do início. Mas se não tiverem nenhum preparo, ainda há uma receita de bolo infalível – a farinha, o ovo e o açúcar: se precisarem comunicar e esclarecer, comuniquem com fatos, seja concreto, sem enrolações; tudo o resto polvilhem com amor.



Sobre a autora:

Bárbara Leite Liberato é casada com Fernando Liberato, mãe de duas crianças extraordinárias João Paulo, 5 anos e Gabriel, 2 anos. A vida toda quis ser mãe e formar uma família, casou com o grande amor da adolescência e juntos educam os filhos dentro da Parentalidade Positiva. Tem como missão de vida capacitar pais e mães para utilizarem as ferramentas da Disicplina Positiva e da Parentalidade Positiva junto aos filhos. Ler e escrever é uma paixão na vida.


Bárbara Leite Liberato

Educadora Parental em Disciplina Positiva

Membro da PDA / Brasil

Jornalista e Advogada

Especilista em Parentalidade Positiva pela Escola de Parentalidade e Educação Positivas de Portugal

Especializando em Neurociência e Comportamento - PUC/RS

Idealizadora e Editora do blog cheirodemae.com.br

(99) 981326509 - barbaraleiteliberato@hotmail.com

@barbaraleiteliberato

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