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  • Barbara Leite Liberato

Comunicar bem para reduzir conflitos

Atualizado: 17 de Dez de 2020



Saber se comunicar melhor, dizer a própria verdade é muito impotante, sobretudo com o objetivo de reduzir conflitos. Parece-me algo potente e corajoso. Saber ouvir o que não é dito, ter clareza no discurso e na cabeça, o tom da nossa voz, as nossas intenções e valores por trás das palavras que estão sendo ditas, cojugar o verbal com o não-verbal, saber sorrir, comunicar nosso ponto de vista quando não concordamos com algo sem que isso se torne uma ameaça. E por fim, saber dizer Não com assertividade e sem autoritarismo.

É sobre tudo isso e mais um pouco que trata o nosso bate-papo com um sotaque português muito giro. A convite do Cheiro de Mãe, Magda Gomes Dias, dividiu seus conhecimentos, experiências e pontos de vista acerca deste conteúdo com o objetivo de criar relações com mais significado e valor. A começar em casa, com a família e os filhos.

Ela é formadora profissional nas áreas comportamentais e comunicacionais desde 2002, também conhecida por ser autora do blog Mum´s the Boss, fundadora da Escola de Parentalidade e Educação Positivas, é também autora do best seller Crianças Felizes e mais dois outros livros.

Então, entre e puxa uma cadeira para sentar, que esta conversa incrível e transformadora vai te inspirar! Encha a taça de vinho ou a xícara de café e fique à vontade! Você é nosso convidado especial para esse bate-papo do além!



Magda Gomes Dias


É natural do Porto e conhecida por ser a autora do blog Mum's the boss que nasce em 2010.

Em 2015 lança o best seller da área Crianças Felizes e, um ano depois, um novo livro, o Berra-me Baixo. 2018 é o ano em que lança o Para de Chatear a tua irmã e deixa o teu irmão em paz.

É a fundadora da Escola da Parentalidade e Educação Positivas, trabalhando com pais, junto das comunidades, empresas e escolas, tendo criado o primeiro programa de Certificação de Creches e Jardins de Infância em Educação Positivas, assim como a 1ª Pós-Graduação em Parentalidade e Educação Positivas.

Colabora frequentemente com os media e é também formadora parental e coach.

Tem certificação em Inteligência Emocional, em Disciplina Positiva, em Coaching e em Formação para o entusiasmo.

Instagram: @theboss_mumstheboss



Cheiro de Mãe: Como fazer uso da comunicação para criar relações com mais significado e valor entre pais e filhos?

Magda Gomes: A primeira coisa que nós precisamos saber é que nós como seres humanos, somos feitos de palavras. Nós existimos para aquilo que nós dizemos. E as relações se assentam naquilo que as pessoas dizem ou comunicam. Portanto, a comunicação na forma como nós nos expressamos é vital para que a gente possa ter relações em condições. Precisamos de primeiro ter uma comunicação clara para conosco e depois clara para com os outros. E como é isso? Além de saber o que eu quero dizer é ter que saber qual é a minha intenção quando estou naquela relação/ naquela conversa ou naquela discussão (porque há discussão que são necessárias com nossos filhos, nossos maridos, pais e colaboradores).

Eu preciso ser clara para a pessoa que está a receber a minha mensagem. Não é só ser clara para mim, mas preciso ser clara para o outro! Isso significa que eu tenho que adaptar o meu discurso sempre para a outra pessoa para me fazer compreender.

E o que isso vai fazer? Isso vai fazer com que haja uma diminuição de conflito e da intensidade do conflito porque nós somos claros. Quando nós diminuímos a frequência e a intensidade do conflito, o que a gente ganha? A gente ganha relações de mais valor. Gostamos mais de estar com o outro. Porque eu sei dizer ao meu filho que ele precisa parar de fazer alguma coisa que me deixa irritada. Eu comunico aquilo que preciso comunicar e não agrido.

Ao invés de dizer para o meu filho: “é sempre o mesmo”; se calhar naquela situação em específico não vai fazer com que eu altere o comportamento dele, vai só reforçar a ideia de que ele é assim; e se ele for pequeno vai perceber que não tem grande hipótese para mudar. E não é isso que eu quero.

Eu preciso, portanto, aprender a me comunicar justamente para que as nossas relações melhorem. E o que eu tenho visto ao longo do meu trabalho com as questões da parentalidade e nos atendimentos é que o tema mais importante é a comunicação – a forma como estamos a dizer as coisas, a forma como estamos a comunicar a nossa verdade; a forma como estamos a ajudar a atingir algum objetivo, seja ele o que for, por exemplo, conter uma birra. O grande trabalho que eu desenvolvo é na forma como nós nos comunicamos.

Estou, por exemplo, a trabalhar com duas mães as questões da Parentalidade e da comunicação e percebo que são pessoas que tem grande dificuldade com a comunicação. E é um trabalho complexo e exigente porque são anos, a vida toda a se comunicar daquela forma. E agora, devagarinho, a pessoa está a ver outras coisas na relação e naquilo que o outro está a dizer. E por que trago isso pra ti? Porque isso é tão importante – uma mãe que ouvia da parte dos filhos ataques constantes e se sentia sempre agredida. E hoje em dia já está a ver outras coisas. Está a ver a necessidade dos filhos, imaturidade da parte deles e antigamente só enxergava uma parte: os ataques. E quando trabalhamos a parte da comunicação, de fato isso pode nos trazer muito bem estar.



Cheiro de Mãe: Aprendemos na Escola de Parentalidade e Educação Positivas que uma boa comunicação passa pela capacidade de realmente saber ouvir o outro. E a comunicação positiva, além de ser uma ferramenta da Parentalidade Positiva é um dos pontos ápices da Certificação, certo? Então fale um pouquinho sobre ela. Existe algum segredo para escutar mais e berrar menos?

Magda Gomes: Escutar o outro é um dos melhores presentes que nós podemos dar. Repara, não é só escutar o outro com aquilo que ele está a nos dizer. Há muitas coisas que está na entrelinhas do que ele não está a dizer.

Eu recordo-me que há algum tempo, uma aluna se virou para mim em uma certificação e disse: “Magda, tenho aqui uma questão de uma amiga minha que me contactou e fiz então a escuta ativa com ela e esta pessoa gostava de ter técnicas para que a filha de 4 anos deixe a chupeta e tu tens alguma estratégia para ela deixar a chupeta?”

Eu então parei naquela conversa enquanto esperava a minha resposta, mas não por causa das estratégias porque na verdade elas são simples, mas da questão que me surgiu naquele momento que eu acredito que vem muito do ouvir em condições, e foi o seguinte: “Por que razão ela quer que a filha deixe a chupeta, agora, com 4 anos? Supostamente para as pessoas já é tarde. Então isso é uma questão para aquela mãe. Não foi obviamente pela falta de oportunidade de retirar a chupeta, mas porque agora, de repente surgiu a questão? Por que é importante tirar a chupeta justo agora aos 4 anos ficar sem a chupeta? Afinal, quem deixou até os 4, deixa até os 6 – em Portugal é comum que a criança largue a chupeta por volta dos 2 anos. Alguma coisa aconteceu para trás que fez com a história fosse diferente."

Eu não posso falar nenhuma teoria a ninguém se eu não conhecer quais são os valores daquela pessoa. Ao escutar, eu entro no mindset da pessoa, eu vejo como ela constrói a realidade à sua volta. Eu vejo o que é importante para ela, quais são as crenças dela, como ela vai interpretar um determinado acontecimento. Aquilo que eu acrescento vai de encontro às minhas necessidades, como por exemplo, falar para preencher o silêncio.

Eu começo então a ler nas entrelinhas, quais são as observações do outro que me vão fazer colocar novas questões. Portanto, quando tu colocas boas questões, uma observação àquilo que a pessoa está a dizer também nas entrelinhas, como a pessoa se sente? Ela se sente acolhida, aceita e importante. E nós queremos ser todos importantes, não é? Quando me escutam em condições quer dizer que aquela pessoa gosta de mim porque ela está a usar o seu tempo com atenção para me dar mais valor, para me ajudar eventualmente. E isso é super importante nas relações.

Existe um segredo para berrar menos? Existe. Estar em condições. E percebemos quando nós estamos a ficar irritados, isso diz mais sobre nós do que sobre o outro.


Imaginemos que o nosso filho chega em casa e tem que seguir rapidamente para um treino e começa a reclamar dizendo que não sabe onde aquilo está, que eu não ajudei a organizar a mochila e eu posso dizer-lhe: “Eu não sou a sua empregada, eu não tenho que lhe dizer essas coisas, é tua responsabilidade”. Mas se calhar em escutar, eu vejo que o miúdo está ansioso, está preocupado, que vai chegar atrasado ao treino, que ele não gosta de chegar atrasado ao treino e que sim, foi um descuido dele, mas vale eu ajudá-lo ou eventualmente dizer-lhe: “Olha, estou a ver que estas atrapalhado, despacha-te”. E não gritar e nem me sentir ofendida, porque isso não vai trazer absolutamente nada para a situação. As coisas se resolvem com mais calma quando conseguimos fazer isso com mais maturidade.

Eu tenho um livro: o Berra-me Baixo! E eu começo ele por dizer que o objetivo do livro não é deixarmos de gritar. Isso não é o mais importante. O que é importante é termos e criarmos dias mais felizes em família. É isso que nós queremos! Não queremos ser a pessoa que grita; o foco não pode estar aí.

E dito isso, não quero que as pessoas de casa achem que eu estou a demonizar o gritar. Eu não sou minimamente a favor do gritar, mas há alguns "nãos" com força que nós vamos dar. E há algumas vezes que nós vamos ter que falar mais alto porque a situação está a pedir. E tem situações de perigo que temos que gritar por CUIDADO!

Não é que agora não podemos gritar mais. Há alturas em que falar alto é importante, mas o que a gente precisa saber é que não são tantas assim. Se a gente passar o dia todo a gritar, alguma coisa está mal. Precisamos aprender a se comunicar de outra forma.


Lançamento do best seller Crianças Felizes no Brasil em 2019


Cheiro de Mãe: Como comunicar nosso ponto de vista quando não concordamos? Como dizer não sem perder a elegância?

Magda Gomes: Simples. Muito Simples! Um dos pilares da Parentalidade Positiva que serve para a vida toda é o respeito-mútuo. E portanto, se eu estou a falar com a minha sogra ou com a minha mãe e, ou com o meu marido ou meus filhos e eles tem uma opinião diferente da minha, eu só preciso de aceitar que algumas pessoas tem uma forma de enxergar diferente da minha. E eu posso dizer a ela: “Que interessante, é muito curioso que você vê esta coisa de uma forma completamente diferente da minha”; “Eu tenho uma opinião diferente da tua”.

E quando eu digo que tenho uma opinião diferente da tua eu estou dizendo que a tua opinião pode existir e a minha também pode existir. A gente não precisa concordar com o outro, a gente pode ter visões diferentes sobre a mesma situação. Podemos também mudar de ideia, entretanto, e nos aproximarmos.

Quando nós passamos a ver o outro como a pessoa que ela é de fato, e não como inimigo, as coisas se tornam muito mais simples.


Vamos supor que queira amamentar até que seu filho tenha 3 ou 4 anos. Mas a tua mãe acha isso ridículo porque ela não amamentou. Eu posso dizer-lhe: “Que engraçado, na minha situação, tu farias diferente. Olha como é engraçado, sou tua filha e faço as coisas de uma forma nova ou diferente da tua”.
Isso significa que a opinião da minha mãe vai continuar a existir e a minha opinião vai continuar a existir. Eu não estou a fazer alguma coisa contra ela e nem ela está contra mim, embora podemos ter essa sensação.
Eu estou a favor de algo que é importante para mim. Tenho pena em não poder ter o apoio da minha mãe, nós gostamos muito de ter o apoio das pessoas importantes da nossa vida, mas a vida é assim. Pode ser que eu mude de opinião, pode ser que a minha realidade mude e eu não possa amamentar ou que minha mãe venha a mudar de opinião sem que eu tenha necessidade de ter essa expectativa.

O mesmo é válido para os nossos filhos. Vamos imaginar que nós desejamos que nossos filhos tenham um certo estilo de vida que é o nosso estilo de vida. Mas eles decidem ter outros estilos de vida; por muito que isso possa custar e se não colocar a vida deles em risco, eu não posso fazer mais nada, a não ser aceitar que é uma decisão que a outra pessoa tomou. Esse filho é uma pessoa que a medida que cresce tem mais decisões para tomar, são as decisões dele; eu fiz a minha parte. A partir de uma certa altura são eles que fazem a parte deles. E eu preciso me afastar daquilo que não é meu. Não é simples, mas fica mais simples.

Quanto mais respeitarmos o outro, mais ele se aproxima de nós. Chega uma fase em que é preciso se afastar dos pais para se darem ao mundo; vão viver nele, estão mais capazes, mais autônomos e, portanto, se eles se sentirem aceitos vão querer ficar mais perto; senão farão o que os adolescentes fazem – se afastam por causa da dor de não serem aceitos.

O afastamento é causado pela dor. A dor que sentimos em não sermos aceitos faz com que a gente se afaste mais.

Cheiro de Mãe: Qual a diferença entre ser assertivo e ser autoritário?

Magda Gomes: Assertividade é um ato de coragem! Porque nós vamos comunicar a nossa verdade e temos que ter as coisas de forma clara na nossa cabeça para sabermos se é importante ou não comunicar essa verdade. Mas como nós identificamos isso como um aspecto importante? Eu vou comunicar a minha verdade, o que é importante para mim naquela altura, eu vou comunicar à pessoa que tem que escutar isso, então é só uma comunicação. Não é uma imposição.

Ser autoritário é uma imposição. Essa é a grande diferença. O autoritário invade o seu espaço, impõe-se na sua vida e o assertivo deixa de estar no seu espaço e comunica.


Um pai/mãe assertivo e um autoritário, por exemplo: o autoritário invade o espaço da criança, não a deixa decidir, retira privilégios, põe e despõe. Um pai assertivo é aquele que comunica as coisas. Há alturas em que não vai dar espaço para a criança, mas não para invadir, mas para proteger.
Uma pessoa autoritária invade o seu espaço, a assertiva chega no meu espaço e para. No entanto, quando é para impedir que eu faça algo para o meu bem, ela abre os braços a me cercar para que eu não passe, mas ainda assim não invade o meu espaço. Ela não entra, mas faz uma barreira e diz: “a partir daqui eu não te deixo passar”. Você não está a espera que o outro aceite ou não, você comunica aquela verdade. Mais uma vez é preciso o pilar do respeito-mútuo.
Exemplo: Ir de havaianas para escola em dia de chuva não é suposto. Eu não vou deixar. Os filhos têm liberdade de escolha, mas há coisas que se ele escolher mal eu enquanto mãe tenho que proteger.

“Estava com minha filha e estávamos a falar sobre roupa. Ela virou-se para mim e disse-me: sabes, eu agradeço muito o fato de vocês nunca terem imposto a roupa que eu vestia e visto. Ainda bem porque hoje me vejo super criativa também por causa disso. Desde pequena ela escolhe as roupas que quer usar, de forma geral 96% das vezes. Só não quando realmente fugia muito do contexto.

Portanto, essa assertividade também deixa o outro perceber quem ele é. Porque eu respeito o outro.

Assertividade é um estilo de comunicação assim como o autoritário.

Magda Gomes na Certificação de Parentalidade e Educação Positiva em São Paulo /2019


Cheiro de Mãe: Como corrigir dizendo a coisa certa? Ir além de mostrar o erro, mas ensinar, acolher e respeitar?

Magda Gomes Dias: Precisamos perceber que os erros são grandes oportunidades de aprendizagem. Normalmente as pessoas não querem errar. No erro as pessoas auto-sabotam-se achando que querem errar. E como eu faço para corrigir dizendo a coisa certa? É perceber mesmo isso: perceber o outro na minha frente que não quis errar, se calhar consigo dizer então algo mais perto do certo. Posso usar o sentido de humor eventualmente, posso zangar. Depende da situação e da pessoa. Além de mostrar o erro, ensinar, acolher, respeitar e CORRIGIR.

Corrigir e antecipar porque senão não faz diferença no erro, você não quer que o erro se repita. O erro não é para ser repetido, é para se aprender e só há aprendizado na reparação.


Vamos imaginar que os dois filhos se batem, o erro foi o bater, agredirem-se. É uma excelente oportunidade de aprenderem a se comunicar um com o outro, é verdade. Mas a forma do erro ser reparado é quando os irmãos fazem as pazes, se desculpam um ao outro. E isso é uma reparação importante nessa relação. E depois é antecipar a próxima situação: Quando isso acontecer ou tiver para acontecer, o que vocês podem fazer?O que desencadeou a luta, a discussão? Quando chegar a essa altura o que vocês vão fazer? Não sei se vai ser feito ou não, mas antecipar ajuda. É prevenção.

Cheiro de Mãe: Como manter a clareza e a coerência do discurso com as crianças e com os adolescentes?

Magda Gomes Dias: Saber que eles precisam de pessoas ao lado deles que sejam boas pessoas e que saibam que eles estão a crescer e precisam de apoio e orientação. E que eles ainda são imaturos. Nós esquecemos disso. Ao mesmo tempo acredito que temos que colocar a ”barra mais alta”, aumentar sim nossas expectativas para que eles correspondam mais. Sem esquecer que eles estão em desenvolvimento, precisam de acompanhamento e de alguém que torça por eles. Junto com sermos nós boas pessoas porque assim eles saberão o que é ser uma boa pessoa e também vão querer sê-lo.


Cheiro de Mãe: Se você fosse passar uma mensagem para os pais sobre comunicação, qual seria a sua dica de ouro?

Magda Gomes: Há muitas, muitas dicas de ouro. Mas como eu não sei o que as pessoas de casa estão a viver e com base naquilo que eu tenho aprendido nos últimos tempos, eu diria que se as coisas estão difíceis em casa, se a comunicação está difícil; peçam ajuda! Chegam-me casos em que os resultados são bastante lentos porque as pessoas não perceberam que fosse assim tão importante. Com o tempo as coisas mudam, as coisas passam. No entanto, as coisas não passaram e nem mudaram, elas pioraram. O preço a pagar é muito alto: é a nossa relação com os nossos filhos. Então peçam ajuda!

Às vezes bastam 1 ou 2 sessões e são o bastante para se comunicar de forma diferente, alinhar ponteiros. Livros são bons? São ótimos. Cursos e Worshops são excelentes, mas por vezes a gente precisa de um olhar individual, adptado às minhas necessidades, coloco as minhas dúvidas e dificuldades. Conseguir pedir ajuda faz uma diferença gigantesca.




Indicação de Leitura:


Crianças Felizes - Magda Gomes Dias

Berra-me Baixo - Magda Gomes Dias

Pare de Chatear a tua irmã e deixe teu irmão em paz - Magda Gomes Dias












Sobre a autora:

Bárbara Leite Liberato é casada com Fernando Liberato, mãe de duas crianças extraordinárias João Paulo, 6 anos e Gabriel, 3 anos. A vida toda quis ser mãe e formar uma família, casou com o grande amor da adolescência e juntos educam os filhos dentro da Parentalidade Positiva. Tem como missão de vida capacitar pais e mães para utilizarem as ferramentas da Disicplina Positiva e da Parentalidade Positiva junto aos filhos. Ler e escrever é uma paixão na vida.




Bárbara Leite Liberato

Educadora Parental em Disciplina Positiva

Membro da PDA / Brasil

Jornalista e Advogada

Certificada em Parentalidade Positiva pela Escola de Parentalidade e Educação Positivas de Portugal

Especializando em Neurociência e Comportamento - PUC/RS

Idealizadora e Editora do blog cheirodemae.com.br

(99) 981326509 - barbaraleiteliberato@hotmail.com

@barbaraleiteliberato


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